Introdução

 

Este site trata da Saúde na África, um assunto muito preocupante no século 21. Este tema freqüentemente aparece em noticiários e diversos meios de comunicação. Com esta grave situação no continente africano, as pesquisas tiveram como foco encontrar a resposta para a seguinte pergunta: o que ainda é possível ser feito para que este problema seja amenizado?

O motivo da escolha deste tema está relacionado à gravidade da questão no continente, e, além disso, percebe-se que países como os Estados Unidos e países europeus com situação econômica favorável ainda não estão fazendo o máximo de investimentos que podem neste problema. Milhões de pessoas morrem de doenças como AIDS, Malária, Febre Amarela e Ebola neste continente, o que é outro aspecto crítico.

O método utilizado para realizar as pesquisas consistiu em análise de dados sobre a África, não somente sobre a saúde, mas também sobre a situação social, política e econômica da região. Estas análises e dados foram pesquisadas por meio da Internet, artigos científicos, livros e uma entrevista com o cientista-chefe da IBM Brasil, Fabio Gandour.

Os objetivos do grupo incluíam compreender o que pode ser feito por parte dos países mais ricos e desenvolvidos, por parte dos próprios africanos ou até mesmo de nós, brasileiros, para resolver os problemas de saúde daquele continente. Outro objetivo importante a ser alcançado era tratar da prevenção, ou seja, o que é possível ser feito para que se evitem as principais doenças do continente.

Após longas pesquisas, a hipótese formulada pelo grupo, ou seja, a possível resposta para a primeira questão-problema é a de que os países desenvolvidos devem iniciar, o mais cedo possível, uma política que envolva pesados investimentos e que mande intenso apoio humanitário para o continente africano. Se esta iniciativa não acontecer, dificilmente a situação da África melhorará, não somente em termos de saúde, como também em outros aspectos socio-político-econômicos. Além disso, os genocídios raciais representam um grave problema na África. Nestes genocídios, muito dinheiro é gasto em armas e poder bélico, porém, este mesmo dinheiro poderia ser utilizado na melhora da situação da saúde do continente africano.